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Vinhos importados mais baratos perdem espaço com inflação, enquanto rótulos premium avançam

Taça de vinho wavebreakmedia_micro/freepik A queda do poder de compra da classe média-baixa provocou uma redução de 9% no volume de vinhos importados de menor preço, aponta levantamento da consultoria Ideal.BI. Em contrapartida, o setor passou a investir em marcas premium, de maior valor agregado. Elas representaram um terço de toda a receita gerada pelas compras do exterior no primeiro trimestre e atingiram o maior preço médio dos últimos 10 anos: de US$ 31,2 por caixa de 9 litros. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo o levantamento, o mercado nacional movimentou R$ 4,18 bilhões e alcançou um patamar inédito de abastecimento, com 10,22 milhões de caixas, alta de 12% em volume na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Esse recorde foi impulsionado pelas expectativas do setor em relação à entrada em vigor do Acordo de Livre Comércio entre a União Europeia e o Mercosul. Agora no g1 A América do Sul registrou sua maior participação histórica no volum

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'Piratinha', 'hemorroida' e outros: a linha entre humor e assédio que leva apelidos no trabalho a indenizações

Apelidos no trabalho: quando a brincadeira passa do limite "Pano de pia. 8h da manhã e já está fedendo", "Buzina de avião. Não serve para nada", "Cesta básica. Tem tudo, menos carne", "Tartaruga Ninja. Tartaruga para chegar e ninja para sair". Em vídeos curtos que viralizam nas redes sociais, colegas de trabalho trocam esse tipo de apelido para debochar de comportamentos do dia a dia. É uma piada fácil de entender, e o público logo reconhece alguém que "se encaixa" na descrição. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O perfil de Cleitinho Ramalho e Maria das Neves viralizou com um vídeo nesse estilo, que acumulou quase 300 milhões de visualizações no TikTok. Nos comentários, usuários entram na brincadeira e criam novos rótulos, como "Cólica. Nenhuma mulher gosta", "Sensor. Só trabalha quando o chefe aparece", entre outros. Mas o que parece piada levanta uma discussão importante: até que ponto apelidar colegas é uma brincadeira e quando isso ultrapassa o limite? O assunt