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Agência Brasil Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil

Duelo entre Argentina e Inglaterra é prova de fogo contra o racismo

A seleção inglesa de futebol entra em campo nesta quarta-feira (15) contra a seleção da Argentina, às 16h, e os olhos do mundo se voltam tanto para o experiente Lionel Messi, da albiceleste, que faz sua última Copa do Mundo, quanto para a estrela inglesa, o meio-campo Jude Bellingham.  Aos 23 anos, ele superou hostilidades em seu país e se tornou um ícone, cuja torcida lhe homenageia cantando a canção dos Beatles Hey Jude, uma das mais famosas da banda de rock. Notícias relacionadas:Como Argentina e Inglaterra chegam à semifinal da Copa do Mundo .Campanha pede à Fifa Copa do Mundo sem publicidade de refrigerante.Reação ao racismo contra jogadores negros na Copa vai além do futebol.Bellingham, um negro, que saiu cedo do país, enfrentou uma onda de críticas, ao ser convocado, até se destacar em campo, sendo decisivo na vitória contra o Mexico, marcando dois dos três gols da vitória, no domingo (5), no Estádio Asteca.  Meio-campista da seleção da Inglaterra

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G1 Economia

Tarifas dos EUA empurraram Brasil para outros parceiros comerciais, mas dependência chinesa preocupa

O impacto do vai e vem das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos ainda está sendo assimilado pelos setores não beneficiados por isenções. Muitos haviam estruturado suas cadeias produtivas em torno do mercado americano, como o de metais, da madeira e de diversas manufaturas. "No setor de café solúvel, 50% da exportação brasileira ia para os Estados Unidos. Eles aumentaram as vendas para outros destinos, mas mesmo assim a participação era muito grande. A mesma coisa ocorre com aço, alumínio e cobre", explica Welber Barral, especialista em comércio internacional. "Os Estados Unidos eram um grande comprador há muitas décadas, então você não consegue diversificar imediatamente. Para os calçados, por exemplo, os EUA não são um grande destino para o setor como um todo, mas algumas empresas em particular dependiam muito do mercado americano", observa. As barreiras comerciais prejudicam também os importadores. Grandes empresas como Coca-Cola e Tesla sinalizaram que não é tão simpl