Agência Brasil
Isabela Vieira e Luiz Claudio Ferreira - Repórteres da Agência Brasil
Manter a memória e o legado de Mãe Bernadete vivos e também buscar justiça inspiram familiares, amigos e instituições em defesa dos direitos humanos três anos após o assassinato brutal da liderança quilombola.
A ativista foi morta com 25 tiros (a maioria no rosto) quando estava no sofá de casa, na comunidade de Pitanga dos Palmares, na cidade de Simões Filho (BA).
Notícias relacionadas:Júri condena réus por morte de Mãe Bernadete .Anistia Internacional pede resposta pela morte de Mãe Bernadete.Para marcar a data, uma missa no Santuário do Senhor do Bonfim da Bahia, a Igreja do Bonfim, em Salvador (BA), está marcada para esta segunda-feira (17), às 9h.
“Acredito que, apesar dos desafios cotidianos, que existem em muitas comunidades quilombolas, a gente tem feito um bom trabalho ao preservar o legado dela”, afirma o neto, Wellington Pacífico, de 25 anos de idade, em entrevista à Agência Brasil.
Casa de Mãe Bernadete, liderança do Quilombo Pitanga dos