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G1 Educação

Celular, comparação e diálogo: os desafios de educar adolescentes em uma geração hiperconectada

‘Essa Tal de Adolescência': como celulares reconfiguraram a relação entre pais e filhos A adolescência nunca foi uma fase simples. Mas especialistas, pais e os próprios jovens concordam que crescer em um mundo conectado o tempo todo tornou esse período ainda mais complexo. O celular passou a ocupar um espaço central na rotina dos adolescentes e mudou a forma como eles se relacionam com amigos, familiares e consigo mesmos. "O mundo mudou hoje em dia. Eu diria que é muito mais difícil ser adolescente do que há 50 anos", afirma uma especialista ouvida pela série Essa Tal de Adolescência. Segundo ela, a pandemia teve um papel importante nesse processo ao interromper experiências sociais fundamentais justamente no momento em que muitos jovens estavam entrando nessa fase da vida. Em Recife, um projeto social que atende adolescentes há 25 anos tenta oferecer um contraponto à hiperconexão. Ali, os celulares ficam desligados durante as atividades. A proposta é simples: desacelerar e incentivar

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G1 Economia

Quem inventou o nome 'inteligência artificial' e por que Trump quer mudá-lo

Por que Trump quer mudar o nome da IA? Você já parou para pensar por que a inteligência artificial (IA) tem esse nome? E quem foi que decidiu chamar essa tecnologia assim? A expressão surgiu em 1955, nos Estados Unidos, a partir do trabalho de pesquisadores que buscavam entender como criar máquinas capazes de demonstrar alguma forma de raciocínio e inteligência semelhante à dos seres humanos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Entre os nomes envolvidos nessa história estão John McCarthy (matemático), Marvin Minsky (matemático e cientista da computação), Claude Shannon (matemático e engenheiro eletrônico) e Nathaniel Rochester (cientista da computação). Eles trabalhavam em diferentes áreas, como engenharia, matemática e estatística, explicou ao g1 Cleber Zanchettin, professor de Engenharia da Computação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e especialista em IA. "Eles precisavam de uma nomenclatura para pesquisas que misturavam matemática, engenharia e estatís

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G1 Economia

Qual o futuro dos concursos públicos? Veja o que propõem Lula e Flávio Bolsonaro

Lula e Flávio Bolsonaro Amanda Perobelli/Reuters e Evaristo Sá/AFP Milhões de brasileiros sonham com uma vaga no serviço público e dedicam anos de estudo para conseguir a aprovação em concursos. A abertura de novos concursos públicos e a autorização para preencher cargos dependem, entre outros fatores, das necessidades de pessoal dos órgãos, das decisões do governo e da disponibilidade de recursos no orçamento. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Concursos no WhatsApp Na disputa pela Presidência da República entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), as propostas dos candidatos para a administração pública apontam possíveis caminhos diferentes para as contratações no serviço público federal. O g1 analisou o histórico recente de contratações e os planos de governo dos candidatos, além de pedir esclarecimentos às campanhas. Nenhum dos dois programas estabelece metas específicas para o número de concursos públicos federais a serem realizados no próximo mandato. Por

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G1 Economia

Austrália abre ação coletiva contra Meta por danos a crianças

Facebook e Instagram AP Photo/Richard Drew A Meta, controladora do Facebook e do Instagram, enfrenta uma ação coletiva na Austrália que a acusa de expor crianças a conteúdos prejudiciais e de mantê-las viciadas nas plataformas por meio de algoritmos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O processo foi apresentado neste mês no Tribunal Federal da Austrália pelo escritório de advocacia MinterEllison. Segundo a Reuters, a ação pode ser a primeira no país a tentar responsabilizar plataformas de redes sociais por supostos danos causados a usuários, especialmente crianças e adolescentes. A ação foi movida em nome de oito autores que afirmam ter sido prejudicados pela empresa quando tinham menos de 18 anos e pedem indenização. Em resposta à Reuters, um porta-voz da Meta afirmou: "Estamos cientes dessa alegação e nos defenderemos vigorosamente". Na segunda-feira, o tribunal emitiu uma ordem de sigilo que proíbe a divulgação de informações que possam identificar os autores do

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G1 Economia

Quem paga a conta da corrupção? Entenda como os desvios afetam a economia e a população

Quanto custa a corrupção para a economia? Não há um cálculo preciso de quanto custa a corrupção. O prejuízo vai além do dinheiro desviado e inclui recursos que deixam de chegar a áreas como saúde, educação e infraestrutura. A corrupção também distorce a concorrência. Quando contratos dependem de relações privilegiadas ou propina, nem sempre vence quem oferece o melhor serviço ou preço, tornando a economia menos eficiente. Outro impacto é a perda de confiança nas instituições. Quando cresce a percepção de que as regras não valem para todos, diminui a disposição de segui-las. Por isso, o custo da corrupção também aparece nos serviços que não foram feitos, nos investimentos que não vieram e na confiança que se perdeu. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.