Notícias

Fique por dentro das últimas novidades sobre feriados, calendário bancário e economia.

📰
Agência Brasil André Richter - Repórter da Agência Brasil

Supremo retoma julgamento sobre uberização

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (24) o julgamento sobre a validade das ações da Justiça do Trabalho que reconheceram vínculo de emprego na relação entre motoristas de aplicativos e as plataformas, a chamada "uberização". A sessão está prevista para começar às 14h. O julgamento foi suspenso no dia 1° de outubro do ano passado, quando foram ouvidas as sustentações das partes envolvidas no julgamento. Na sessão de hoje, serão proferidos os primeiros votos sobre a questão. Notícias relacionadas:Governo amplia crédito para motociclistas de aplicativos.BB vai criar pontos de apoio para entregadores de aplicativos.Serão julgadas duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores. A Rappi alegou que as decisões trabalhistas que re

📰
G1 Economia

Vai fazer churrasco na Copa? Picanha, peito e filé-mignon puxam alta da carne; saiba por quê

Imagem ilustrativa de carne bovina. George Piskov/Pexels A corrida dos frigoríficos para exportar carne bovina à China antes do fim das cotas enxugou a oferta no mercado interno e deixou o churrasco desta Copa mais caro. "A medida de salvaguarda da China subverteu a lógica do mercado. O Brasil, tipicamente, exporta mais no segundo semestre do que no primeiro. Esse ano vai exportar mais no primeiro do que no segundo", diz Fernando Iglesias, da consultoria Safras & Mercado. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ➡️ Em janeiro, a China impôs uma sobretaxa de 55% sobre as exportações de carne bovina brasileira que ultrapassarem 1,1 milhão de toneladas em 2026. Abaixo desse volume, a tarifa permanece em 12%. O consumidor brasileiro pode até ter algum alívio nos próximos meses, com a redução temporária do ritmo de compras da China. Mas a tendência é de nova alta de preços até o fim de 2026, impulsionada pelo El Niño, pelo aumento da demanda nos EUA e pela volta da Chi