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Agência Brasil Agência Brasil

Saiba quando começa a valer o fim da escala 6x1

Em sessão solene do Congresso Nacional, foi promulgada nesta sexta-feira (16) a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6x1) e prevê a escala 5x2, com duas folgas por semana. Com isso, a partir de 15 de dezembro de 2026, a nova jornada entra em vigor em todo país, considerando o período de transição de 60 dias estabelecido na lei.  A emenda também incluiu uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses. Após 60 dias, a redução já deverá ser de duas horas semanais. Confira os prazos: escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias);  redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias); jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5x2 (em 14 meses).   Horas trabalhadas Notícias relacionadas:Fim da escala 6x1 traz esperança de mais tempo para família e saúd

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Agência Brasil Lucas Pordeus León - repórter da Agência Brasil

Descanso de trabalhador não quebra empresas, diz Lula após fim da 6x1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu nesta sexta-feira (16) críticas à aprovação do fim da escala 6x1. Ao discursar durante a promulgação da Emenda Constitucional 221, que instituiu a escala 5x2 para todos os trabalhadores, ele afirmou que “ninguém quer que a empresa quebre”, mas que também “ninguém quer que um trabalhador morra por falta de descanso”. "É combinar a manutenção e a existência da empresa com a manutenção e a saúde das mulheres e dos homens que trabalham", resumiu. Notícias relacionadas:Congresso promulga emenda do fim da 6x1; escala 5x2 começa em 60 dias.Imprensa estrangeira vê vitória de Lula em aprovação do fim da 6x1.CUT elogia fim da “massacrante” 6x1; CNI quer revisar PEC aprovada .Com a promulgação das novas regras trabalhistas pelo Congresso Nacional, a jornada máxima semanal cairá de 44 para 40 horas semanais, sem a redução de salários.  >> Saiba quando entra em vigor a nova jornada de trabalho "Pelo amor de Deus, se a gente não garantir o d

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Agência Brasil Matheus Crobelatti*

Cidade de São Paulo terá mais chuvas nesta sexta-feira

A madrugada desta sexta-feira (16) no estado de São Paulo foi marcada por chuva forte, raios e rajadas de vento, além de granizo em algumas localidades. Entre as 2h e 5h horas da manhã, a Defesa Civil do estado emitiu 15 alertas preventivos. Os avisos abrangeram municípios das regiões de Avaré e Botucatu, Campinas, Registro e Vale do Ribeira, região metropolitana da capital, litoral paulista, Bragança Paulista, Vale do Paraíba e litoral norte. Notícias relacionadas:Formação de ciclone próximo à Região Sul traz ventos costeiros.Chuva alaga ruas do centro e deixa um morto na zona norte de São Paulo.Por volta das 2h30, a região da Água Espraiada entrou em alerta para transbordamento. Às 4h19, a subprefeitura do Ipiranga entrou em estado de alerta em razão do extravasamento do Ribeirão dos Meninos. Até o momento, a Defesa Civil não obteve relatos de ocorrências graves. Nas últimas 24 horas, diversas cidades do estado registram grandes índices de acúmulo de chuva. O município de Diadema

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Agência Brasil Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

Brasil deve voltar a ser 8ª maior economia do mundo em 2027, prevê FMI

O Brasil deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027, deixando para trás Rússia e Itália. A projeção faz parte do documento Perspectivas da Economia Mundial, divulgado nesta semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Notícias relacionadas:FMI prevê crescimento de 2,2% do PIB do Brasil em 2026.De acordo com o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) brasileiro alcançará US$ 2,80 trilhões (R$ 14,65 trilhões) no ano que vem. Em 2026, o país termina na décima posição do ranking, com PIB de US$ 2,655 trilhões. Para 2027, a lista mantém os Estados Unidos como maior potência econômica, seguida pela China. Confira o Top 10 das economias mundiais, segundo a projeção do FMI, instituição multilateral vinculada às Nações Unidas. Estados Unidos: US$ 34,44 trilhões China: US$ 22,94 trilhões Alemanha: US$ 5,66 trilhões Índia: US$ 4,52 trilhões Reino Unido: US$ 4,49 trilhões Japão: US$ 4,47 trilhões França: U