Notícias

Fique por dentro das últimas novidades sobre feriados, calendário bancário e economia.

📰
Agência Brasil Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

Amamentação reduz risco de doença cardíaca na mãe

A amamentação reduz em cerca de 11% a chance de a mulher desenvolver uma doença cardiovascular em relação a mulher que não amamenta, destaca a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). A queda dos fatores de risco está ligada ao período de amamentação.  “As publicações giram em torno de 18 meses de amamentação. A mulher que amamenta por mais tempo tem também redução desses fatores de risco: 12% menos risco de acidente vascular cerebral (AVC), 14% menos risco de infarto. Viu-se que a amamentação traz essa proteção para a mulher”, destaca a vice-presidente do Departamento de Cardiologia da Mulher da SBC, Alexandra Oliveira de Mesquita. A médica esclarece que isso não significa que a mulher que não amamenta tenha risco aumentado para esse tipo de doença. Durante a gestação, a mulher sofre alterações hormonais, como alta da resistência à insulina e elevação dos lipídios e do colesterol, principalmente do LDL (colesterol ruim). Já na lactação ocorre um reset metabólico, uma espécie

📰
Agência Brasil Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil

Mulheres formam rede em defesa do clima e dos territórios

Mulheres de diferentes lugares do Brasil se conectaram em uma rede de apoio e articulação que tem como principal elo a defesa ambiental e da justiça climática.   O Programa Defensoras por Defensoras, promovido pela rede ambiental Observatório do Clima, reúne histórias de vida ligadas pelos cuidados com as pessoas, o meio ambiente e a memória dos territórios. Notícias relacionadas:Agência da ONU alerta que forte El Niño deve se intensificar em agosto.Comunidades criam soluções para mitigar efeitos da crise climática.Ventania em SP, RS e RJ expõe falhas na resposta a extremos climáticos.São 36 mulheres que atuam na linha de frente do ativismo ambiental e climático e que juntas trocam vivência, compartilham desafios e passam por formações para o fortalecimento da luta em seus territórios. A Pernambucana Sarah Marques (foto de destaque) vive na comunidade Caranguejo Tabaiares, em Recife (PE), desde que nasceu. O local às margens de um braço do Rio Capiberibe, há algumas décadas, era uma