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G1 Economia

Grupo de mulheres de direita ameaça acionar justiça dos EUA contra ataques de bolsonaristas nas redes sociais

Um grupo de mulheres conservadoras que atuam na política avaliam entrar com uma ação nos Estados Unidos contra indivíduos que elas afirmam fazerem parte de um "gabinete do ódio" que vem disseminando ataques nas redes sociais. Elas alegam que os autores são brasileiros ligados ao bolsonarismo. Um nome citado por elas é do influencer Allan dos Santos, seguidor de Olavo de Carvalho e foragido da justiça brasileira. Os ataques engrossaram os motivos para Michelle Bolsonaro gravar o vídeo divulgado na semana passada em que também critica o enteado, senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). No vídeo, Michelle chega a citar ataques que recebeu nas redes de pessoas que estão no exterior. A ex-primeira-dama cita um “grupo de maledicência coordenada a partir de quem está no exterior continua agindo e me atacando todos os dias. Alguns deles até continuam aparecendo em fotos com o Flávio”. Michelle busca construir base de mulheres conservadoras O blog ouviu duas integrantes

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Agência Brasil Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Brasil confirma nova rodada de negociação com EUA sobre tarifas

O governo brasileiro confirmou nesta quinta-feira (2) uma nova etapa das negociações com os Estados Unidos para tentar evitar a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros. Após reunião de alto nível entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Márcio Elias Rosa, e o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, os dois países decidiram intensificar as tratativas com encontros técnicos já no início da próxima semana. Notícias relacionadas:“Brasil não vai abandonar a mesa”, diz ministro sobre taxação dos EUA.Brasil rebate EUA e diz que tarifaço prejudicaria empresas americanas.Brasil avalia que tarifaço dos EUA foi politizado mirando eleições.Segundo nota divulgada pelo Mdic, o diálogo foi considerado "construtivo", mas ainda será necessário mais tempo para detalhar propostas e reduzir divergências. A expectativa é promover um novo encontro ministerial antes de 15 de julho, prazo estabelecido pelo governo norte-americano para definir eventuais m