Tifanny se pronuncia após regra que veta trans no vôlei: "Retrocesso"
A oposta Tifanny, que defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde, manifestou-se, pela primeira vez, sobre a nova política de elegibilidade da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que restringe a participação nas competições entre mulheres a atletas designadas com o sexo biológico feminino ao nascer. A jogadora, de 41 anos, a primeira transgênero a atuar na Superliga, considerou um "enorme retrocesso" e afirmou que não desistirá de seguir jogando. Notícias relacionadas:Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres.Nova regra da CBV afeta participação de Tifanny na Superliga de vôlei.Brasil faz história e leva dois ouros no Mundial de ginástica rítmica."A CBV está tirando tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que eu venho exercendo todos esses anos. Mas isso não afeta só a mim. Afeta o meu clube, a torcida, patrocinadores, as pessoas que se inspiram em mim e o direito de todas as pessoas trans. É um enorme retrocesso na luta pel